13 filmes de horror para encarar na Sexta-Feira 13

Passe a Sexta-Feira 13 com Jason Voorhees e seus amiguinhos. Selecionamos 13 lançamentos em DVD de terror e suspense para serem vistos com as luzes acesas, as portas trancadas e nunca sozinho – ou senão…

Títulos em azul possuem links para outras críticas. Clique neles para ler mais.


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POR TRÁS DA MÁSCARA: O SURGIMENTO DE LESLIE VERNON

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Ganhador do prêmio da audiência no Toronto After Dark de 2006, festival canadense dedicado a filmes de terror, o filme de Scott Glosserman pertence ao sub-gênero “slasher”, termo que rotula tramas centradas em serial killers sanguinários e fantasiados. Mas “Behind the Mask” não se ajusta passivo a essa classificação: mais que um slasher, é também uma paródia do gênero. Grande parte do filme é um falso documentário, com câmeras trêmulas e depoimentos, onde uma equipe de TV acompanha Leslie Vernon, um cara que pretende se tornar a próxima lenda slasher ao seguir o caminho traçado por seus ídolos Michael Myers, Jason Vorhees e Freddy Krueger. Leslie analisa os erros cometidos por seus ídolos e arma um plano para se vingar da pequena cidade de Glen Echo diante das câmeras – duas vezes, para o espectador do filme e para a equipe de TV que o acompanha. O filme de Glosserman rende momentos hilários. Acompanhamos o dia-a-dia de Leslie, suas idéias, seu treinamento – porque, como o protagonista diz, um serial killer precisa de um bom condicionamento físico. É um filme que dialoga de maneira inteligente com os clichês do terror, feito numa estrutura bastante descontraída, mas, como não poderia deixar de ser, com muito sangue e gritos. (Rafaela Camelo)

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POR TRÁS DA MÁSCARA: O SURGIMENTO DE LESLIE VERNON
(Behind the Mask: The Rise of Leslie Vernon, EUA, 2006)

 ★★★½☆ 


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SEXTA-FEIRA 13

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Apesar da assinatura de Michael Bay (“Transformers”) na produção, o recomeço de “Sexta-Feira 13” não é bobinho e consegue superar com facilidade qualquer filme da franquia original – até mesmo a divertida parte 6. O que não é nenhuma tarefa hercúlea, mas não deixa de surpreender mesmo assim. Para começar, o novo “Sexta-Feira 13” não é exatamente um remake do “clássico” de 1980 – se fosse, nem teria a menor graça -, mas uma espécie de resumo/fusão dos três ou quatro primeiros filmes sobre Jason Vorhees e o Lago Crystal. Com uma trama ágil, bem construída e estrelada pelo galã Jared Padalecki (da série “Supernatural”), o filme surpreende já nos minutos iniciais, ao reciclar com habilidade os clichês da franquia e oferecer diversão sem concessões às novas platéias. Estão lá as deliciosas jovens peladas e prontas para o sexo, as divertidas e sangrentas mortes das vítimas de Jason e o suspense final, quando nos apegamos aos últimos personagens sobreviventes. O diretor, Marcus Nispel, já pode ser considerado um veterano na “atualização” para o século 21 do gênero slasher. Embora não seja uma unanimidade, seu remake de “O Massacre da Serra Elétrica” (2003) também não compromete. (Ailton Monteiro)

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SEXTA-FEIRA 13
(Friday the 13th, EUA, 2009)

 ★★★☆☆ 


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A ÚLTIMA CASA

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É uma pena que “A Última Casa” não tenha passado pelos cinemas e esteja saindo direto em DVD. Se em casa, em uma telinha pequena , o filme é um espetáculo de horror e tensão, capaz de fazer o sangue gelar e mudar a frequência cardíaca, dá para imaginar o impacto que teria na telona. Dentre todos esses remakes de horror que estão saindo aos montes, “A Última Casa”, dirigido por um cineasta grego semidesconhecido – Dennis Iliadis, com apenas um filme grego chamado “Hardcore” (2004) no currículo -, é a mais bem sucedida transposição para os dias de hoje da obra original. Na verdade, o remake utiliza apenas o esqueleto do original de 1972 (dirigido por Wes Craven) e constrói um novo corpo. E falando em corpo, impressionante o quanto o corpo humano é enfatizado neste novo trabalho, seja mostrando a pele de uma garota saindo do banho, seja mostrando explicitamente os ferimentos. A trama básica permanece: um grupo de homens perversos sequestra, tortura e faz coisas muito más com duas garotas. Mas o filme vai além disso, em sua segunda metade, quando os criminosos vão parar na casa dos pais de uma delas. Muita tensão até o sangrento final. (Ailton Monteiro)

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A ÚLTIMA CASA
(The Last House on the Left, EUA, 2009)

 ★★★½☆ 


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HALLOWEEN – O INÍCIO

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Rob Zombie foi buscar nos anos 70 a inspiração para o seu terceiro longa-metragem, refilmagem do clássico de John Carpenter, datado de 1978. E quase que Zombie acerta. Principalmente no primeiro terço do filme – não por acaso, a parte menos explorada na obra de Carpenter: a infância de Michael Myers. Zombie já tem um histórico interessante em sua curta carreira de trabalhar com famílias disfuncionais. Assim, não é de espantar que ele queira apresentar a infância de um dos psicopatas mais famosos do cinema. Quem espera do filme apenas um slasher vulgar, com muito sangue e algumas cenas de nudez, que no DVD não foram censuradas – quase um terço do filme foi extirpado nos cinemas para passar com censura 14 anos – pode até gostar. Mas quem espera algo tão bom quanto “Rejeitados Pelo Diabo” (2005, o melhor filme de Zombie) pode quebrar a cara. (Ailton Monteiro)

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HALLOWEEN – O INÍCIO
(Halloween, EUA, 2007)

 ★★½☆☆ 


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EVOCANDO ESPÍRITOS

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Filme de horror que se diz inspirado em eventos reais sempre chama a atenção, mesmo que no fundo seja tudo picaretagem para capitalizar em cima. No caso de “Evocando Espíritos”, há uma interessante e pouco vista abordagem do fenômeno dos ectoplasmas, um raro caso de materialização conhecido por quem é mais próximo da doutrina espírita. O filme tem o mérito de tratar o assunto com seriedade e não deixa de ser um dos filmes de casa mal-assombrada mais interessantes dos últimos anos. Na trama, Virginia Madsen vive uma mãe que lida com o difícil tratamento de seu filho adolescente contra um câncer. Para cortar gastos, a família decide mudar-se para uma casa mais próxima do hospital e acaba encontrando uma pechincha. O detalhe é que a casa já havia sido uma funerária e uma espécie de centro espírita. Mas o histórico do local é ainda mais pesado. Logo, o jovem com câncer passa a ter visões de um outro adolescente morto, que passa a atormentá-lo. Como é de se esperar nesse tipo de filme, logo surge alguém para esclarecer o caso. Aqui, esse alguém é Elias Koteas. O filme atinge o seu clímax numa tensa sequência de sessão espírita. (Ailton Monteiro)

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EVOCANDO ESPÍRITOS
(The Haunting in Connecticut, EUA, 2009)

 ★★★☆☆ 


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PRAZERES MORTAIS

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Bom thriller inglês rodado em apenas 24 dias, com diretor estreante (Oliver Blackburn), elenco desconhecido do grande público, mas na pegada de um roteiro que surpreende. Três belas amigas de férias na costa do Mediterrâneo são convidadas por quatro rapazes para passar um dia num iate, até que um acidente transforma a diversão em caos. Não se engane pelo título português do longa, que remete às produções eróticas das madrugadas de sábado para domingo. “Donkey Punch “, o original, ou “coice de mula”,é uma prática sexual violenta onde o homem dá um soco na nuca da(o) parceira(o), que está de quatro, para que haja uma contração e conseqüentemente um aumento do prazer de quem penetra. E esta situação é a chave para o mergulha na paranóia e ritmo angustiantes. Foi destaque em 2008 nas votações da crítica inglesa. (André Azenha)

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PRAZERES MORTAIS
(Donkey Punch, Reino Unido, 2008)

 ★★★☆☆ 


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ECOS DO MAL

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Após vender os direitos de seu horror “Sigaw” (2004), o diretor filipino Yam Laranas resolveu assinar também a versão americana, para garantir a consistência da trama. No filme, Jesse Bradford (“A Conquista da Honra”) vive um ex-presidiário, que volta à cidade natal para reencontrar a antiga paixão. Mas ao se mudar para a casa da mãe, que deixou seus últimos momentos de vida gravados numa fita cassette, ele começa a escutar vozes vindas das paredes e presenciar comportamentos estranhos de seus vizinhos. Se o mistério desagua em clichês do terror (o espírito que, para descansar em paz, precisa ter um caso desvendado por alguém vivo, o vulto que desaparece do nada, o prédio caindo aos pedaços que é mal assombrado, etc), o filme se diferencia dos congêneres ao criar um paralelo entre o sobrenatural e dramas da vida real, mais ou menos à maneira de “Água Negra”, do brasileiro Walter Salles. (André Azenha)

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ECOS DO MAL
(The Echo, EUA, 2008)

 ★★½☆☆ 


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SEM SAÍDA

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Casal resolve fazer um acampamento romântico à beira de um lago e acaba num filme de horror. A trama é conhecida desde a cabana às margens do lago Crystal de “Sexta-Feira 13” (1980), mas a variação feita por James Watkins , que antes de estrear como diretor neste filme roteirizou “O Olho Que Tudo Vê” e “A Face Oculta do Mal”, surpreende pela pouca idade dos sociopatas. São adolescentes entediados que perseguem, aterrorizam e tentam mutilar o casal interpretado por Kelly Reilly (“Bonecas Russas” e “Orgulho e Preconceito”) e Michael Fassbender (“300”). Rodado num ritmo de tensão crescente, o enredo explora o suspense até levar o público a desejar vingança contra as crianças, culminando num final chocante e absolutamente inesperado. Não por acaso, Watkins ganhou o prêmio de direção no tradicional Fantasporto e o garoto Thomas Torgoose (um dos vilões) foi lembrado como a Melhor Performance para Um Jovem Ator na eleição dos críticos de cinema de Londres. (André Azenha)

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SEM SAÍDA
(Eden Lake, Reino Unido, 2008)

 ★★★½☆ 


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QUARENTENA

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Graças à má vontade (ou preguiça) que os americanos demonstram com os filmes estrangeiros legendados, existe uma enxurrada de refilmagens no país, principalmente de fitas de terror. E a janela de tempo entre o lançamento dos originais para seus remakes tem sido cada vez menor. Foi o caso deste “Quarentena”, estrelado por Jennifer Carpenter (Debra Morgan, na série “Dexter”), que foi produzido e lançado em menos de um ano após o lançamento original – o espanhol “[REC]”. O diretor John Erick Dowdle não teve a menor ousadia criativa e se contentou em reproduzir praticamente quadro a quadro o filme espanhol, mantendo a câmera na mão, num estilo quase documental . A história acontece em clima de reality, acompanhada por uma equipe de TV que se vê em meio ao caos, num prédio contaminado pelo vírus dos mortos-vivos. Quem não viu “[REC]” terá bons sustos do início ao fim. Quem viu, terá a sensação de ter alugado sem querer o mesmo filme com uma capa diferente. (André Azenha)

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QUARENTENA
(Quarentine, EUA, 2008)

 ★★★☆☆ 


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GIALLO

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Ele não vai ser visto num cinema perto de você. “Giallo”, trabalho mais recente do mestre italiano Dario Argento, chega diretamente às locadoras brasileiras. Se há poucos anos, em “A Mãe das Lágrimas”, o italiano pareceu realizar um filme quase por compromisso a si mesmo (o fecho de uma trilogia iniciada nos anos 70), com “Giallo”, estrelado por Adrian Brody (“O Pianista”), Argento parece ter tido prazer absoluto e se autoironiza a todo instante – desde o título, que remete ao subgênero que ele ajudou a firmar na Itália, até alguns desdobramentos da trama e da encenação . O título vem das capas em tom amarelo (“giallo”, em italiano) dos livros baratos sobre crimes sensacionalistas, que faziam sucesso nos anos 60. As décadas de 60 e 70 explodiram em cores psicodélicas e sanguinolentas do gênero, que tem ganhado alguns trabalhos referenciais, como “Dolorido” e o par “Você Gosta de Hitchcock?” e “O Jogador Misterioso”, ambos de Argento, mas nenhum com a força e a carga icônica (e também “trapaceira”) de “Giallo”. (Marcelo Miranda)

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GIALLO
(Giallo, Itália, 2009)

 ★★★☆☆ 


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CONTOS DO DIA DAS BRUXAS

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O aguardado terror “Trick’r Treat” marcaria a estreia de Michael Dougherty, co-roteirista de “X-Men 2” e “Superman – O Retorno”, como diretor de cinema em 2007. Mas mesmo com produção do diretor de ambos os filmes, Bryan Singer, a Warner, que comprou seus direitos de distribuição em 2006, não estreou o filme quando devia e agora o lança direto em DVD. Será que “Trick’r Treat” é ruim? Ganhou duas vezes prêmio do público – no Screamfest Horror Film Festival 2008 e no Toronto Afterdark Film Festival 2009. A crítica especializada aclamou, seu visual é interessante e o elenco destaca dois astros dos “X-Men”: Anna Paquin (a Sookie de “True Blood”) e Brian Cox (“Zodíaco”), que foram respectivamente a mutante Vampira e o vilão William Stryker. Também estrelam a produção Leslie Bibb (“Homem de Ferro”) e Dylan Baker (“Homem Aranha 3”)… O filme entrelaça cinco histórias passadas na mesma cidadezinha durante a noite de Halloween. São personagens que se esbarram, se encontram e morrem devido a diferentes circunstâncias sobrenaturais. A trama avança e retrocede no tempo, com o auxílio de artes de quadrinhos (uma homenagem à “Creepshow”, 1982) e lembra as antologias de terror da década de 80. (Felipe Sclengmann)

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CONTOS DO DIA DAS BRUXAS
(Trick R Treat, EUA, 2007)

 ★★★☆☆ 


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APRISIONADOS

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Antes de virar o vampiro Bill, Stephen Moyer viveu este suspense intenso, em que deu vida a outro personagem sombrio. Ele interpreta um milionário decadente, que se trancou em sua mansão após a morte não explicada de sua noiva, desenvolvendo um caso agudo de agorafobia. Incapaz de sair pela fobia, ele vira prisioneiro de fato, quando um casal de criminosos foragidos invade sua residência em busca de um esconderijo. Para evitar tortura e morte, ele promete sua herança milionária, guardada no banco. Mas, para sacá-la, a mulher terá que se passar pela noiva morta e esse faz-de-conta parece agradar aquele homem estranho, que de repente se mostra entusiasmado pela presença dos visitantes. Junto com as lembranças da noiva morta, vêm a verdade e uma elaborada reviravolta no enredo. Com atmosfera de mansão mal-assombrada, a residência fechada revela-se uma autêntica armadilha para os incautos que se arriscam a violá-la. Destaque para a modelo australiana Teresa Palmer, que torna a angústia minimalista e teatral da trama uma experiência agradável. (Marcel Plasse)

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APRISIONADOS
(Restraint, Austrália, 2008)

 ★★★☆☆ 


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EFEITO BORBOLETA – REVELAÇÃO

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O primeiro “Efeito Borboleta” tinha Ashton Kutcher, no auge de sua popularidade em 2004, numa história de viagem no tempo inspirada por idéias do escritor Ray Bradbury, que também servia de jornada emocional, em busca de um final feliz perfeito. O segundo saiu direto em DVD nos EUA, com Erica Durance de “Smallville” e um roteiro que praticamente copiava mal o original. Mas o terceiro filme consegue inovar no tema do viajante no tempo, que ao tentar “melhorar” o passado sempre cria resultados trágicos, ao incluir na trama elementos de horror. Desta vez, o protagonista (Chris Cormack da série “The O.C.”) tem como motivação desvendar o assassinato de sua namorada, vítima de um serial killer que ele próprio pode ter criado ao mudar o passado. É um filme B assumido – roteiro com reviravoltas absurdas, atuação amadora, iluminação precária e baldes de sangue –, mas surpreende quem espera uma sci-fi romântica e levinha. Tanto que foi selecionado entre os oito representantes do 3º After Dark Horrorfest, dedicado ao novo terror independente. (Marcel Plasse)

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EFEITO BORBOLETA – REVELAÇÃO
(The Butterfly Effect 3: Revelation, 2009)

 ★★½☆☆ 


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3 Comentários

  • 13 de novembro de 2009 | Permalink |

    A lista trouxe algumas boas novidades pra mim e um empurrãozinho para ver EDEN LAKE, que tenho em casa há alguns meses já.

  • tamires rosa tobias da silva Identicon Icon tamires rosa tobias da silva
    1 de dezembro de 2009 | Permalink |

    póxa vida eu confeço caguei um kilo mori de medo ainda mais a ora em que que ele foi para sima da mulher e duas passoas em baixo de uma mesa meu deus a mais agora eu vou alugar o filme da sexta feira treze

  • Icaro Guimarães Identicon Icon Icaro Guimarães
    27 de dezembro de 2009 | Permalink |

    “Ecos do mal” é simplesmente péssimo!,agora fiquei curioso para ver o “Prazeres mortais”.
    “Sem saída” é excelente
    “A ultima casa”, e “Evocando espirítos” é meia boca
    “Sexta-feira 13″ tem um elenco bonito,mas é bem fraco,tensão 0.

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